Literatura

Depois – Stephen King – Resenha

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Eu realmente gostei desse livro! Comprei a edição especial de capa dura, mas não tinha certeza de quando teria tempo para sentar e ler o livro, então decidi pegar uma cópia do audiolivro na minha biblioteca local e seguir esse caminho e acho que pode ter sido uma boa escolha para esta história. Esta foi uma leitura relativamente curta, especialmente para algo escrito por King, mas achei que contava uma história muito grande.

Jamie é um garotinho especial. Esta história começa com ele em uma idade muito jovem, ilustrando sua habilidade única. Você vê, Jamie pode ver pessoas mortas. Ele os vê exatamente como eram na hora da morte, mas suas vozes ficam mais baixas com o passar do tempo. Isso não é algo que sua mãe queira falar ou admitir que esteja realmente acontecendo, até que ela precise que Jamie use sua habilidade para ajudá-la a sair de um aperto.

Essa história foi incrivelmente divertida. Pode não ter sido a premissa mais original (sim, eu assisti ao filme de Bruce Willis), mas achei que tinha uma reviravolta única o suficiente para mantê-lo fresco. Eu gostei que a história me manteve adivinhando com muitas reviravoltas que me mantiveram ouvindo um pouco mais. Achei que Jamie era um ótimo personagem e apreciei seu ponto de vista ao longo da história. Minha única reclamação seria o final da história. Para mim, meio que saiu do campo esquerdo e simplesmente não se encaixou no resto da história.

Esta foi a primeira vez que tive a oportunidade de ouvir a narração de Seth Numrich e devo dizer que fiquei impressionado. Ele fez um trabalho fantástico ao dar vida a essa história e capturou o personagem de Jamie perfeitamente. Eu acho que ele acrescentou muita emoção à história e acredito que sua narração aumentou meu prazer geral.

Eu recomendaria este livro para outras pessoas. Foi uma audição curta e divertida que achei bastante difícil de largar. Eu definitivamente pretendo ler mais do trabalho de Stephen King no futuro.

James Conklin não é uma criança comum: ele vê gente morta. Com que frequência? Jamie não sabe bem; afinal, os mortos em geral se parecem muito com os vivos. Exceto pelo fato de que eles ficam para sempre nas roupas em que morreram, e são incapazes de mentir.

Sua mãe implora para que ele mantenha essa habilidade em segredo, o que não é problema na maior parte do tempo. Pelo menos até Liz Dutton, a companheira de sua mãe e detetive do Departamento de Polícia de Nova York, aparecer na saída da escola e anunciar que precisa de ajuda.

É assim que Jamie embarca em uma corrida para desvendar o último segredo de um falecido terrorista, e começa a jornada mais assustadora de sua vida.

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