Zinho “veta” Gabigol em time do Brasileirão Série A: “Não joga”

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O futuro de Gabigol acabou sendo ‘tema’ no título carioca do Flamengo sobre o Nova Iguaçu, no último final de semana. Irritada com a postura de Rodolfo Landim, a torcida presente no Maracanã hostilizou o presidente. No programa ESPN FC, o jornalista Osvaldo Pascoal e o ex-jogador Zinho debateram sobre o possível destino do camisa 10 em 2025.

Hoje, o cenário do momento mostra que Gabriel Barbosa poderá assinar um pré-contrato com qualquer outra equipe na metade do ano e sair de graça em janeiro. Na visão de Pascoal, o atacante teria condições técnicas de ser titular em vários times do futebol brasileiro.

“O Gabigol não é um jogador veterano. Em condições normais de jogos ele joga em quantos dos 20 times do Brasileirão? 18? No Internacional, talvez não porque tem três três centroavantes lá. No Galo ele joga, bota o Hulk um pouquinho mais para trás e põe o Gabigol na frente”, diz Pascoal antes da resposta de Zinho.

“Eu acho que ele não joga no São Paulo não. No Fluminense também não. No lugar do Calleri?”, questionou o ex-jogador.

A princípio, o Flamengo não trará como prioridade a permanência de Gabigol. Segundo o próprio mandatário rubro-negro, este é um assunto que deverá ser retomado perto do fim do ano.

De acordo com o mandatário, a diretoria repetirá o processo de renovação feito nas últimas temporadas com outros atletas, como Bruno Henrique, Filipe Luís, Everton Ribeiro e Diego Ribas. Vale lembrar que o jogador poderá assinar um pré-contrato partir do dia 1º de junho.

“A gente vai fazer uma proposta. O Gabigol vai ter essa oportunidade para ele decidir. Então não dá para a falar unilateralmente se a gente conta com ele ou não. Certamente vamos querer contar, mas pode ser que ele tenha outras oportunidades melhores do que jogar no Flamengo”, adiantou Landim, m entrevista à Radio CBN.

Citado por Zinho, Gabigol está impedido de treinar no CT do Flamengo

Punido por uma suposta fraude no exame de doping, Gabigol permanece cumprindo suspensão. No domingo, Marcos Braz, vice-presidente de futebol do Flamengo saiu em defesa do atleta e acredita que o cenário poderá ser revertido pela defesa.

“Eu acho que a pena que deram a ele foi um pouquinho desproporcional ao que efetivamente poderiam fazer com ele. Ele está sendo cuidado como ídolo, como ser humano e como ativo do Flamengo”, afirmou dirigente.

Braz acredita que o episódio servirá de lição para todos os envolvidos. “Eu acho que quando a gente passa por momentos turbulentos da nossa vida, não só o Gabriel, você faz uma análise e traz alguns pensamentos que você poderia e deveria avaliar. Eu acho que é isso que está acontecendo com ele”, analisa.

Sem o efeito suspensivo, Gabigol está impedido não apenas de jogar, mas também de treinar nas instalações do Flamengo.

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