The Amazing Spider-Man #42 - HQ - Crítica

 Amazing Spider-Man #42: Uma guerra sem vencedores

Em Amazing Spider-Man #42, Zeb Wells traz a Guerra de Gangues do Harlem a uma pausa temporária, enquanto os heróis e vilões se reagrupam antes de uma batalha final. A edição é uma mistura de ação, drama e reflexão, e levanta algumas questões interessantes sobre o que é mais importante na vida: o que você faz ou com quem está?

A história começa com uma batalha entre o Homem-Aranha, She-Hulk e Tombstone contra Kingpin e Typhoid Mary. A batalha é feroz, mas no final, Kingpin anuncia que está terminando sua guerra. Ele quer se concentrar em sua família, agora que sua esposa Vanessa está grávida.

O Fusca, no entanto, não está satisfeito com o resultado. Ele acredita que sua filha Janice deveria ser a líder do submundo do crime, não Kingpin. Ele desafia Janice para uma batalha, mas ela o derrota facilmente.

Com a Guerra de Gangues em um impasse, os heróis e vilões se separam. O Homem-Aranha e Luke Cage discutem sobre o que fazer com Janice. Cage acredita que ela é uma ameaça, mas o Homem-Aranha está disposto a dar a ela uma chance.

A edição termina com uma cena entre Madame Máscara e Janice. As duas mulheres discutem o futuro, e fica claro que elas são rivais mortais.

A arte de John Romita Jr. e Scott Hanna é impressionante, capturando a ação e a tensão da história. A coloração de Joe Caramagna também é excelente, criando uma atmosfera sombria e ameaçadora.

No geral, Amazing Spider-Man #42 é uma edição sólida que prepara o terreno para uma batalha final emocionante. A história é bem escrita e emocionante, e a arte é de primeira linha.

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