Música

Letter to Self – Sprints – Crítica

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 Sprints: uma declaração contundente de rock de garagem

O quarteto de Dublin Sprints lançou seu álbum de estreia, “Letter To Self”, no início deste ano. O álbum é uma coleção enérgica e indignada de rock de garagem estridente, repleto de vitríolo, autorreflexão e ocasionais explosões de luz.

 

As músicas de “Letter To Self” são de grande peso e energia fantástica. A cantora Karla Chubb interpreta com intensidade e comprometimento, sua voz rasgando o ar com fúria e emoção.

O álbum começa com a faixa “Ticking”, uma música de ritmo acelerado com linhas de guitarra agressivas e vocais angustiados. A tensão aumenta à medida que a música progride, até que Chubb atinge um grito estridente que explode em um coro catártico.

A paleta sonora dos Sprints se expande à medida que o álbum avança. “A Wreck (A Mess)” tem um toque de pop-punk da costa oeste, com uma linha de baixo melódica e guitarras com pedal phaser. A faixa é um dos arranjos mais complexos do álbum, com uma estrutura instável que cai aos pedaços e volta a se reunir para um encerramento hino.

O melhor momento de “Letter To Self” é também o mais brilhante. “Literary Mind” é uma música de amor alegre, com melodias contagiantes e vocais exuberantes. À medida que a música progride, ela cresce em escala e intensidade, culminando em um refrão jubiloso que é impossível não cantar junto.

Com seus EPs e singles anteriores, os Sprints já acumularam seguidores ao vivo impressionantes. “Letter To Self” parece o tipo de lançamento de estreia que pode colocá-los no limite. É uma declaração contundente que pode desafiar e encantar em igual medida.

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