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Quaranta – Danny Brown – Crítica

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 Quaranta, de Danny Brown: Um álbum introspectivo e vulnerável, mas com produção inconsistente.

Em seu novo álbum, Quaranta, Danny Brown mergulha fundo em sua psique, explorando os temas da introspecção, arrependimento e redenção. O álbum é um retrato honesto e cru de um artista que está lutando para encontrar paz e propósito em sua vida.

A produção do álbum é uma mistura de estilos, com elementos de hip-hop, rock e jazz. No entanto, a produção às vezes é inconsistente, com alguns momentos brilhantes e outros menos inspirados.

As letras de Brown são as verdadeiras estrelas do álbum. Ele é um escritor perspicaz e honesto, e suas letras são repletas de emoção e reflexão.

No geral, Quaranta é um álbum introspectivo e vulnerável que mostra a maturidade artística de Danny Brown. O álbum é imperfeito, mas é uma obra poderosa e honesta que vale a pena ouvir.

Brown é um escritor perspicaz e honesto, e suas letras são repletas de emoção e reflexão. Ele não tem medo de explorar temas difíceis, como sua luta contra o abuso de substâncias, seu relacionamento com a fama e sua mortalidade.

Em “Quaranta”, Brown reflete sobre o impacto do rap em sua vida. Ele diz que o rap o salvou, mas também o arruinou. Ele fala sobre as pressões da fama e do sucesso, e como ele às vezes se sente perdido e sozinho.

Em “Hanami”, Brown canta sobre o envelhecimento e a morte. Ele diz que está com medo da morte, mas também está ansioso para o que o futuro reserva.

Em “Down Wit It”, Brown mostra seu lado divertido e extrovertido. Ele canta sobre se divertir e aproveitar a vida.

A produção do álbum é uma mistura de estilos, com elementos de hip-hop, rock e jazz. No entanto, a produção às vezes é inconsistente, com alguns momentos brilhantes e outros menos inspirados.

As músicas mais fortes do álbum são aquelas com uma produção mais simples e minimalista. Por exemplo, a faixa-título é uma faixa de hip-hop com uma batida pesada e um vocal emotivo de Brown.

As músicas mais fracas do álbum são aquelas com uma produção mais complexa e experimental. Por exemplo, a música “Y.B.P.” tem uma batida de rock com elementos de jazz, mas a produção é um pouco caótica e confusa.

No geral, a produção de Quaranta é sólida, mas não é perfeita. Há alguns momentos brilhantes, mas também há alguns momentos que poderiam ter sido melhorados.

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