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New Blue Sun – André 3000 – Crítica

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 André 3000: “New Blue Sun”, um álbum instrumental que desafia as expectativas

O álbum solo de estreia de André 3000, “New Blue Sun”, é um projeto ambicioso e surpreendente. O músico americano, conhecido por seu trabalho com o Outkast, lança um álbum inteiramente instrumental, centrado em instrumentos de sopro.

O álbum é composto por oito faixas, com duração total de 87 minutos. As faixas são longas e meditativas, com uma atmosfera atmosférica e hipnótica. Os instrumentos de sopro são usados de forma criativa e virtuosa, criando uma variedade de texturas e emoções.

A faixa de abertura, “Ninety Three ‘Til Infinity and Beyoncé”, é uma das mais suaves do álbum. A flauta é o instrumento principal, acompanhada por um sintetizador ondulante. A faixa é calma e relaxante, mas também tem uma certa melancolia.

A faixa “Ghandi, Dalai Lama, Seu Senhor e Salvador JC / Bundy, Jeffrey Dahmer e John Wayne Gacy” é mais sombria e inquietante. A flauta é acompanhada por instrumentos de sopro digitais, criando uma atmosfera de tensão e suspense.

As duas faixas finais, “Ants to You, Gods to Who?” e “Dreams Once Buried Beneath the Dungeon Floor Slowly Sprout Into Undying Gardens”, são as mais longas e complexas do álbum. Elas são cheias de energia e espontaneidade, com uma variedade de ritmos e melodias.

“New Blue Sun” é um álbum desafiador e experimental. Ele não é o que os fãs de André 3000 esperam, mas é um trabalho fascinante e original. O álbum é uma prova do talento e da versatilidade do músico.

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