Música

Echo the Diamond – Margaret Glaspy – Crítica

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 Echo the Diamond é o terceiro álbum de estúdio da cantora e compositora americana Margaret Glaspy, lançado em 15 de julho de 2023 pela ATO Records.



O álbum é uma coletânea de 12 canções que exploram as diferentes facetas do amor, solidão, autoestima e criatividade, com uma sonoridade que mistura rock alternativo, folk, pop e R&B.



 

 

 

Glaspy mais uma vez demonstra sua versatilidade vocal e instrumental, tocando guitarra, baixo, teclado e bateria na maioria das faixas. A sua voz é capaz de transmitir uma vasta gama de emoções, desde a ternura à raiva, passando pela ironia e pelo sarcasmo. Suas letras são inteligentes, honestas e às vezes contundentes, refletindo sua visão pessoal do mundo e suas experiências.

 

 

 

O álbum abre com a faixa-título, um hino do rock que celebra a força e a beleza interior da mulher. Glaspy canta com orgulho: “Sou um diamante bruto / Não preciso de polimento / Não preciso de brilho / Sou um diamante ecoando / Faço meu próprio barulho.” O tema é um exemplo da confiança e do empoderamento que caracterizam o álbum.

 

 

 

Outras canções apresentadas são “Lover’s Quarrel”, uma balada acústica que narra os altos e baixos de um relacionamento; “Bad Habit”, uma canção pop influenciada pelo soul sobre o vício do amor; “Mirror Mirror”, uma canção folk psicodélica que reflete sobre identidade e auto-aceitação; e “Fireworks”, um encerramento explosivo que mistura rock e hip hop, com a colaboração especial do rapper Kendrick Lamar.

 

 

 

Echo the Diamond é um álbum maduro, coerente e original, mostrando o talento e a personalidade de Margaret Glaspy. É uma obra que convida a ouvir com atenção e apreciar suas nuances e detalhes. Sem dúvida, um dos melhores álbuns do ano.

 

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