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Lista Negra (2013-presente) – Crítica

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Raymond Reddington, o criminoso mais procurado pelo FBI, entrega-se às autoridades. Promete entregar diversos criminosos e terroristas desde que por intermédio exclusivo de Elizabeth Keen, uma agente novata do FBI. Aparentemente não há ligação entre eles, sendo certo que este também não revela o motivo dessa preferência.

Reddington revela o nome de um criminoso internacional e seu plano de sequestro da filha de um militar estadunidense. A informação é comprovada, sendo este apenas um dos nomes que integram uma lista que Reddington chama de The Blacklist (Lista Negra).

Segundo ele esta lista, criada ao longo de mais de vinte anos, contém políticos, mafiosos, hackers, espiões e criminosos de alta periculosidade cuja existência a organização desconhece, tornando-a a famosa lista dos foragidos mais procurados pelo FBI, que parece mostrar-se na prática mera peça de publicidade.

Entretanto, para divulgar outros nomes, ele impõe algumas condições como utilizar um rastreador (circuito integrado) implantado no seu pescoço, segurança pessoal e imunidade legal irrestrita, mas principalmente, negociar somente com a agente Keen. Tanto o FBI como Elizabeth, mesmo relutantes, passam a agir conforme as revelações de Reddington, as quais se mostram de grande utilidade.

The Blacklist é uma série americana de thriller criminal transmitida originalmente pelo canal National Broadcasting Company (NBC). A história acompanha Raymond “Red” Reddington, um ex-oficial da Marinha dos Estados Unidos transformado em criminoso, que se entrega voluntariamente ao FBI após décadas em fuga. Ele diz ao FBI que tem uma lista dos criminosos mais perigosos do mundo que ele conheceu ao longo dos anos e está disposto a relatar sobre suas operações em troca de imunidade. No entanto, ele insiste em trabalhar exclusivamente com uma agente novata do FBI chamada Elizabeth Keen.

A série se desenvolve em torno dos nomes da The Blacklist (Lista Negra) de Reddington, os chamados blacklisters. Ao mesmo tempo, peças da misteriosa conexão entre o criminoso e a agente Keen vão se revelando.

No Brasil, a série é transmitida pelo canal AXN e pela Netflix.

No elenco estão James Spader (A Garota de Rosa Shocking), Megan Boone (Ela Dança, Eu Danço 4), Diego Klattenhoff (Homeland), Harry Lennix (O Homem de Aço), Hisham Tawfiq (Sem Perdão), Amir Arison, Mozhan Marnò (House of Cards) e Ryan Eggol (New Amsterdam).

As aparências enganam. Essa frase sintetiza bem o que foi a segunda temporada da série americana NBC, The Blacklist (confira os eventos do primeiro ano aqui), que correu por 22 episódios mostrando Raymond “Red” Reddington (James Spader), um dos homens mais procurados dos Estados Unidos, que durante décadas fez acordos obscuros com criminosos ao redor do mundo, ficando conhecido por muitos como “O Guardião do Crime”.

Isso desencadeou uma série de eventos à medida que começou a corrida para prender terroristas junto com o FBI. Red ensinou Elizabeth Keen (Megan Boone) a pensar como uma criminosa e enxergar além das aparências e já no primeiro episódio temos a participação especial da atriz Krysten Ritter (Breaking Bad, Veronica Mars), a futura Jessica Jones na série do Netflix, interpretando Rowan Mills, uma analista que trabalha em uma empresa de segurança de dados. Esse foi só o pontapé inicial de mais um ano recheado de boas atuações.

Todas as cena de Luther foram empolgantes, desde a sua fuga da cela até quando começou a matar friamente os reféns. A estrutura do episódio mudou um pouco o estilo da série, com uma trama mais direta, sem enrolações, com importantes revelações e colocando o espetacular Red como ponto central da história. O episódio colocou temas polêmicos, como a conhecida péssima relação da CIA com o FBI e como isso prejudica a segurança dos EUA e também sobre os violentos métodos de interrogatórios usados nas prisões.

Também foi colocado uma nova peça no enorme quebra-cabeça sobre o misterioso interesse de Red por Lizzie, que aparentemente é a chave para encontrar o Fulcrum, que também estava presente durante o incêndio na casa de Keen. Isso explica o motivo de Red ter insistindo tanto para Lizzie não participar desta missão por medo de Luther descobrir a verdade, o que acabou acontecendo de qualquer jeito.

Outro evento de importância no segundo ano foi quando a agente Keen é questionada num tribunal como suspeita de assassinato do capitão do porto. Sua relação incomum com Red e a força-tarefa foram examinadas e tivemos na conversa entre Elizabeth e um juiz federal (Davi Strathairn) um apanhado de todos os eventos importantes ocorridos até aquele momento. Esta interessante retrospectiva figura tranquilamente entre os melhores episódios da temporada e a visão da justiça sobre as ações de Keen não deixa de ser algo único na série.

Depois de muitas águas passadas, finalmente foi revelado que o Fulcrum nada mais é do que um arquivo com informações sobre uma organização clandestina e seus trabalhos, algo que se for descoberto irá destruir a vida de muitas pessoas. Uma reviravolta inesperada faz Red não ter o Fulcrum em suas mãos, mostrando a sua esperteza por ter conseguido enganar por tanto tempo o Grupo. Red sabe que não ter o Fulcrum é o mesmo que colocar uma arma em sua cabeça e nem imagina que o Grupo não só já descobriu isso, como já decidiu eliminá-lo, muito pela pressão do novo diretor Tom Connoly (Reed Birney), que finalmente pode se livrar do criminoso que sempre foi um incômodo para o Grupo.

Em paralelo a tudo isso, o diretor Harold Cooper (Harry Lennix) fez uma aliança com o diabo ao aceitar ajuda de Connoly e viveu neste caso um fortíssimo conflito ético, entre perder a chance de continuar o tratamento que está melhorando sua saúde ou obedecer o maléfico Connoly e soltar o bilionário. Para surpresa de Ressler e de Liz, Cooper escolheu a segunda opção e preferiu não comprar essa briga com Connoly, o que moralmente foi uma decisão questionável e acrescenta uma nova camada na personalidade do chefe da força tarefa do FBI. Um personagem que parecia ter sido “jogado para escanteio” era Tom Keen (Ryan Eggold), que na segunda metade da temporada teve bastante importância ajudando Keen e Red a neutralizar os planos do Grupo.

Já a SF (Season Finale) foi muito bem conduzida e deixa um ótimo gancho para o próximo ano. É bem interessante a forma como os produtores conseguiram “brincar” com o público em relação ao passado de Elizabeth Keen, principalmente por conta da impactante história dela com seu pai na noite do incêndio. No fim é revelado um dos maiores mistérios da série e é resolvida de uma vez por todas a velha teoria sobre Red ser o pai de Liz. Importante notar o suspense e a maneira eficaz com a qual o programa prende a atenção do espectador, mostrando a razão daquela memória ter sido apagada por Red para Lizzy não carregar um certo fardo durante toda sua vida.

Os fatos a se destacar nesse segundo ano foram: o passado da agente Keen, o que seria o Fulcrum e o assassinato do capitão do porto. Então partindo dessas informações, a trama se desenvolveu a partir da segunda parte da temporada. Nos episódios 11 e 12 (Luther Braxton e Luther Braxton: Conclusion), em que Red se deixou ser preso e armou um de seus audaciosos planos para conseguir o que desejava. Um episódio como esse necessitava de um ator de peso para viver o vilão e ninguém melhor do que Ron Perlman (Sons of Anarchy, Hellboy, Círculo de Fogo), que com sua cara de poucos amigos e talento deu personalidade ao corajoso e cruel Luther Braxton, um vilão a altura da genialidade de Red.

Mais um ano passou e The Blacklist não decepciona os fãs. A lista negra de Raymond Reddington (James Spader) parece não ter fim, mas apesar da aparente repetição de roteiro, a série ainda consegue envolver o espectador em suas tramas que vão muito além dos casos. Esse ano em especial, a narrativa muda completamente em apenas oito episódios: o mundo cor de rosa pintando no começo acaba, quando Elizabeth (Megan Boone) precisa lidar com uma grande perda. Perda essa que, de certa forma, chocou também os fãs, que não esperavam uma morte tão precoce e inesperada. Porque se tem uma coisa que aprendemos a ter fé, é nesses personagens, que mesmo com sequestros, tiros, e toda a sorte de bandidos, sempre saem vivos dos episódios. Mas as coisas mudaram um pouco. E não foi ruim. Apesar da tristeza, a história ganhou um novo gás e vimos mais um lado de Liz, que parece estar em seu lugar mais sombrio. Se você gostou dela nas temporadas anteriores, talvez venha a gostar dessa Elizabeth que se entregou ao “lado negro”.

Confesso que a Elizabeth, de Megan Boone, me entediava um pouco, porém a atriz conseguiu elevar a personagem na narrativa de maneira sutil e eficiente. A doce e insegura Elizabeth da primeira temporada não existe mais, e deu lugar a uma pessoa mais densa e difícil de entender, às vezes. Sua química com James Spader é inegável, e o pilar da série continua a mostrar a que veio desde o princípio, e apesar de ser o vilão mais procurado do FBI, é inegável sua simpatia e carisma em tela. Em vários momentos somos lembrados do que ele é capaz e, por vezes, sentimos um frio na espinha ao ver o homem por trás do sorriso. E acredito que isso é o grande forte da série. Raymond Reddington é um ser humano capaz de fazer as piores coisas imagináveis, mas ao mesmo tempo se mostra um homem bom. Diferente dos outros personagens que conseguimos distinguir com perfeição onde a moralidade começa e até onde o limite pode ou não ser cruzado; Raymond vem para mostrar que não há limites naquilo que se deseja ou para os meios de alcançá-los.

E essas nuances entre o bem e mal parecem mover os personagens este ano. Elizabeth indo cada vez mais fundo na sua busca por justiça, o que justifica qualquer coisa que ela venha a fazer de ilegal – e que não é pouco – me fez pensar se essa atitude é única e exclusivamente por ela ter tido Reddington em sua vida. Outro personagem, que antes podia ser usado como exemplo do bom e correto policial, onde tudo se resumia em preto e branco, esse ano, passa a ver as coisas mais cinzas, Donald Ressler (Diego Klattenhoff), que já chegou a caçar Elizabeth por seus supostos crimes em temporadas passadas, agora se vê no meio de uma situação controversa, onde passa a entender que pessoas consideradas boas também são capazes de atos ruins. Ele se torna o exemplo vivo disso, o que aparentemente, modifica suas ações nos últimos episódios.

Mesmo com alguns episódios insossos no começo da temporada, já que Elizabeth está cuidando dos seus próprios problemas, descobrimos no meio de sua caçada pessoal não só o dedo, mas um braço inteiro de Raymond no mistério que cerca a história. Vimos que, mesmo se importando com Elizabeth, ele não dará o braço a torcer e muito menos deixará ela levar a melhor na sua busca por respostas. Elizabeth se torna aquilo que, provavelmente, Raymond jamais esperou dela, sua rival. Claro que é tudo muito sutil e a grande cartada é dada somente nos últimos episódios, mas, parando para pensar, tudo que aconteceu até aqui, culminou na sua guinada como personagem e principalmente, na forma como Elizabeth lida com seu pai. Nada é realmente o que parece e ISSO é o que tornou essa temporada a melhor e, provavelmente, a mais interessante até aqui. Tudo o que vocês assistiram até hoje, meus amigos, vai cair por terra nesse ano. O grande segredo de Raymond, que ele tanto lutou para manter, é o grande ‘xis’ da questão. Na temporada passada, Mr. Kaplan, que descanse em paz, deu a vida para que esse segredo viesse à tona. Não só ela, mas como muitos outros personagens ao longo dos anos, tentaram de alguma forma usar essa informação contra Raymond e todos morreram no processo. Porém, nada nos preparou para essa imensa reviravolta, onde, aparentemente, o inimigo, na verdade, se tornou um amigo em comum.

Temos perdas, tanto pessoais, como de confiança e literalmente de pessoas. Temos personagens mostrando outras facetas, muito mais fortes, determinados e por que não dizer, indisciplinados. Relações sendo construídas na surdina e outras sendo destruídas. Todos os episódios de alguma forma se encaixam e sem mais delongas, só tenho a dizer que o final foi chocante e um tanto inquietante. Haja paciência agora para esperar a próxima temporada e ver o desfecho desse gancho.

Realmente a criatividade da produção é louvável. Quando você, aí sentado, acha que mais nada pode ser tão surpreendente que ainda não foi visto ou dito, eis que a 6ª temporada vem com luvas de pelica e dá na sua cara! O roteiro ainda não caiu no limbo da repetição mesmo após tantas temporadas e seguindo a mesma linha desde o início. Optei por fazer uma critica conjunta das temporadas, por dois motivos, elas literalmente se interligam e a sétima, graças ao Covid-19, teve suas gravações canceladas, resultando em poucos episódios. Mesmo assim a equipe se esforçou para nos entregar um último episódio e não deixar os fãs nas mãos, com criatividade e paixão tivemos uma temporada de tirar o fôlego. Infelizmente terei que citar alguns acontecimentos e caso você não tenha assistido tudo, corra daqui! Porque os spoilers vão rolar! Confira o que achamos das últimas temporadas de The Blacklist, todas as temporada estão disponíveis na Netflix.

Tanta coisa aconteceu que me fez duvidar da minha capacidade de assimilar informações. Caso você queria relembrar ainda mais, leia a nossa crítica da 5ª temporada da série!

Então vamos com calma e por partes, primeiro vamos recapitular os episódios sofridos, em que Raymond (James Spader) estava preso e pronto para ser morto na “cadeira elétrica” justamente por culpa da Elizabeth (Megan Boone) que achou que, assim, ele revelaria seu grande segredo. Porém só serviu para mostrar à ela o quanto os sentimento que ela tinha por ele era algo grande e acima de qualquer história do passado, e após uma reviravolta, ele é salvo, claro.

Após ser preso, Red fica obcecado em descobrir quem o traiu e Dembe (Hisham Tawfiq) fica entre a cruz e a espada, por ter que esconder de Raymond a verdade, já que ele sabe quem foi e quando finalmente ele descobre, Dembe que paga o pato. Por um minuto passou pela minha cabeça que ele teria o mesmo fim que a Mr. Kaplan mas, por fim, ele foi perdoado, assim como Elizabeth, o que não me agradou. Consigo entender o lado dela, já que sua vida é cercada por mentiras e mais mentiras, porém Raymond já se provou digno de confiança e tudo que recebe de volta é traição. O que me leva a segunda parte da 6ª temporada, onde a equipe do FBI começa a investigar um atentado em território nacional e o pior, o governo está envolvido.

Acredito que esse contexto foi apenas para trazer à tona a personagem fantasma que cerca a série desde os primórdios, Katarina Rostova (Laila Robins); já que essa temporada foi como todas as outras, cheia de reviravoltas, mas o que realmente surgiu daí foi a descoberta de que, Katarina está viva.

Elizabeth estava finalmente aceitando sua vida, suas escolhas e sua família quando conhece sua nova vizinha, dentre tantas mentiras, saber que Raymond teve outra identidade não chega a ser algo tão devastador como eu imaginava, porém a grande sacada da direção é usar essa informação para nos confundir, fazendo close no personagem como se ele tivesse uma nova perspectiva agora que sabemos a “verdade”. E acredite, isso nos causa um certo desconforto à principio, mas não chega a atrapalhar nosso carinho por ele, até que mais uma vez, somos jogados dentro do passado e descobrimos que talvez Katarina estivesse certa em querer se vingar!

Não contente percebemos que Raymond nos enganou muito mais do que parecia, já que, na verdade sua identidade continua um mistério. E é nesse momento que percebemos algo quebrar na relação dele com Elizabeth, que assim como nós, somos bombardeados de informações. Por um lado temos sua “mãe” (coloquei em aspas porque, depois de 30 anos ela aparece reivindicando o posto) e faz ela ter duvidas, ao ponto que, ela continua ajudando Raymond. Ou seja, ao meu ver, quando Elizabeth decide salvar sua mãe das mãos do FBI ela escolheu um lado ali.

Raymond sempre foi a segunda escolha após aquilo e isso é algo muito absurdo, já que ela “criou” um laço com a “mãe” muito rápido e pior, virou as costas para sua família. Pior que por a lealdade do espectador em cheque, é fazer com que Elizabeth se volte contra seu protetor e fique do lado de uma mãe que ela NÃO CONHECE e que nitidamente é a pessoa mais manipuladora do universo, com esse papo de proteção e amor, Elizabeth caiu na teia dessa mulher e é nítido que Raymond já suspeitava que isso aconteceria, e mesmo assim, ele ainda fica do lado dela.

Raymond, ou seja lá quem ele já foi, mais uma vez confia em Elizabeth, e percebemos que isso acontece num momento em que ele está fraco e dá a entender que a ligação da mãe e filha está aparecendo bem nesse momento de crise. Infelizmente, Elizabeth não sabe para que lado sambar, hora confia em um hora em outro, criando um conflito. Porém, nunca gostei dela e acredito que no fundo ele sabe que Katarina vai trair ela também, mas em todo o caso, a sua curiosidade e necessidade de conhecer seu passado ultrapassa qualquer limite que ela possa ter.

Vejo que a série tenta nos mostrar os limites que cada personagem é capaz de ultrapassar e nos mostra que todos já chegaram ao seu, mas que continuam com seu senso moral e ético intacto. Mas isso é ambíguo em relação a Elizabeth, sempre tem um meio termo e sempre tem uma desculpa para suas ações. Ainda acho que ela pode virar de lado e acabar no submundo, assim como sua mãe e Raymond, deixando de lado a vida como policial.

A direção como sempre mescla as cenas de ação com todo o drama que os personagens estão vivendo. Como a “caça” de Katarina a seu pai, e como Raymond, Dom e Dembe lutaram bravamente – e com muitos tiros – pela própria sobrevivência, ou as cenas que contam a trágica adolescência de Ressler, toda ação dessa temporada teve um porquê e isso é muito significativo para a história. Não é apenas mais um vilão da lista de Red; essa temporada foi muito mais sobre vida e morte, amizade e moral do que qualquer outra temporada até agora conseguiu explorar dos personagens. Entramos de corpo e alma na cabeça e pensamentos deles como nunca antes e isso ao meu ver é uma evolução e tanto no roteiro.

E infelizmente, por conta  da pandemia, a série teve um corte nos episódios e graças à excelente equipe de produção e direção, eles fizeram de tudo para que nós, os telespectadores, tivessem um desfecho e um episódio final, criando assim cenas como se fossem um quadrinho animado. Achei lindo e de grande importância, pois coloram os fãs em primeiro lugar apesar de tudo.

Tivemos também mais arcos com os personagens secundários, conhecendo seus segredos, seus medos, seus fantasmas e sua lealdade. Foi interessante conhecê-los melhor e ver como eles mudaram nesses anos. A série continua excelente, sem defeitos e apesar dessas reviravoltas, Raymond continua sendo o pilar da série e a liga entre as história, em resumo: voltamos a odiar a Keen.

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